segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O meu maior critico: EU

Quantos são os dias que acordo, olho no espelho e acho-me a mulher mais feia do mundo? Muitos dias...
Quantos vezes me acho gorda? Imensos dias...
Quando é que depois de uma actuação me sinto bem com a mesma? Quase nunca...
Sinto insegurança cada vez que vou dar uma aula? Sempre...
Medo dos desafios? Em todos eles...
Sinto-me corajosa a toda a hora? Claro que não...
Julgo-me mais que os outros sobre mim própria? Infelizmente SIM...
Dou muito crédito ao que pensam de mim? Não, mas dou crédito a mais do que penso de mim própria.
AI SARA: CRESCE!!!!!!
Por vezes acho que sou duas (ou mais) personalidades a viver num só corpo. Corpo este que estupidamente teimo, influenciada ou não, a pressionar para ser o que não é suposto ser. Ainda hoje, sendo um daqueles dias que me sentia a mais feia, a mais gorda, a mais desajeitada, levo com um "um murro na cara" quando vejo um documentário na tv sobre anorexia e bulimia. Vendo aquelas raparigas a, literalmente, matarem-se à fome porque constantemente se criticam, pensei logo: afinal não sou feia, desajeitada muito menos gorda. Sou uma mulher fisicamente normal (já o psicológico...) mas então, porque é que, só quando nos é escarrapachado a desgraça dos outros é que nos damos conta da sorte que temos. Porquê?
Sinceramente estou cansada da pressão que eu própria me inflijo e que vejo muitas alunas a fazer o mesmo cada vez que se olham ao espelho. 
Gostava de conseguir relaxar mais e não ser tão obcecada por aspectos que não têm a mínima importância. Despendo preciosa energia criticando-me por não conseguir uma perfeição ilusória, é ou não é ridículo? 
Com isto não digo que não tenhamos algum senso comum, ou até mesmo "olhos na cara", mas onde está o equilíbrio entre ambição, perfeição, critica e a verdadeira realidade? Será que não estamos todos iludidos por imagens fabricadas e irreais? Será que não pedimos demais a nós próprios como se de uma lavagem cerebral imposta diariamente? Até que ponto temos de ser as maiores e melhores, mas... as mais magras. Até que ponto o sucesso pessoal se confunde com a imagem que projectamos?...

Neste Natal peço que tenha alguma destas resposta, para de uma vez por todas, possa viver em pleno cada vez que me olho no espelho, cada dança, cada vez que ensino ou aprendo, cada experiência de vida, cada vez que estou com o meu Amor. Quero PAZ, comigo própria.
E o que querem vocês para o Natal?

domingo, 11 de dezembro de 2011

Como Eu Gostaria...

A minha vida é pautada de constantes desafios que coloco a mim própria. 
O último que me tem desafiado é: faço com que agrade ou faço com que ME agrade?
Depois de mais de 10 anos a aprender, actuar e ensinar Dança Oriental tenho refletido muito que caminho seguir neste universo colorido, ambíguo, desafiante mas também cheio de superficialidade. Há muito que percebi que é agradando-me em primeiríssimo lugar que a minha dança irá "tocar" alguém e é seguir o que sinto que crio novos movimentos, mais autênticos e originais reinventado o que já existe. Ando à procura do MEU estilo. Mas, como é difícil... este caminho de entrega e desprendimento de tudo que é superficial.
Neste último trabalho (master class e atuação na Convenção Aziza) deparei-me com duas situações possíveis: despejar uma coreografia moderna com  passos mirabolantes ou provocar as alunas e publico a refletirem sobre a dança e a evolução da mesma. A minha razão dizia-me: "é pá... vou agradá-las dando aquilo que querem - movimentos, movimentos, e mais movimentos!" Mas o meu coração gritava: "não! não vás por aí... ensina-lhes o caminho para elas próprias criarem os seus movimentos, mostra o que realmente é esta moderna vertente em vez de dar a papa toda feita". E, com toda a insegurança do mundo e receio de não agradar segui o meu coração.
Como eu gostaria que TODOS que praticam Dança Oriental percebessem que mais que uma série de movimentos, trinta mil adereços, cenários elaborados, figurinos, assessórios extravagantes e piruetas no ar, no final de tudo o que conta, o que faz a nossa dança ser genuína e possuir um carisma próprio é proporcional à entrega total a que nós estamos dispostos a dar.
Essa entrega é o grande desafio desta dança, e é essa entrega emocional desprendida de tudo que é superficial que não dá para ser ensinada em coreografias, só dá para ser provocada. Foi isso que fiz e como eu gostaria que todas tivessem aderido.
A dança está em constante evolução, não estagnou no clássico, segue como se vida própria tivesse.  Reflete os novos tempos em que vivemos, a procura de novas formas de viver, a tentativa de quebrar o que existe criando novos e renovados caminhos, o colocar em causa a regra, o ser EU.
O movimento modernista na Dança Oriental reflete toda essa busca destes novos tempos como se de um despertar fosse. Exige a total entrega por parte do bailarino (que só muito poucos no mundo conseguem fazer isso), não só em termos físicos mas e essencialmente emocionais onde, o dar-me prazer e agradar-me ganha uma outra dimensão.
Assim, e na minha opinião, a Dança Oriental está a exigir: 
- sentir dentro da Alma e deixar isso transparecer sem nenhuma espécie de tabus, preconceitos ou medos;
- conhecer muito bem a técnica base e o seu próprio corpo (cada vez mais me convenço que MENOS É MAIS), ouvir com o coração a música;
- criatividade para reinventar o que já existe.
É isto que é para mim o pop moderno ou moderno árabe ou vertente modernista ou o que quiserem chamar. Isto é que é são os alicerces da Dança Oriental que, felizmente estão a ser recuperados.
E como eu gostaria que entendesses isto... Como eu gostaria que te amasses a ti própria de tal maneira que dançasses primeiro somente para ti... Como eu gostaria que despertasses... 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O problema serei EU?


Cada vez mais me convenço que sou anormal. Sinceramente, ou eu estou a ficar maluca ou tudo à minha volta endoideceu e eu não estou a ser capaz de viver neste mundo.
Só sei que já não tenho paciência para o absurdo de comentários que se fazem por tudo por nada , os (novos) falsos profetas que de repente invadiram os murais do facebook com frases supostamente inspiradoras, o ridículo de atitudes que vejo, o ser "chico esperto" do português, a incompetência generalizada que se instalou em Portugal, o comodismo de todos, o dramatismo que nós carregamos, etc...etc...


Mas acho mesmo que o problema é meu!
Senão vejamos:
- só ganho dinheiro se trabalhar (literalmente);
- nunca tive subsídios ou um contrato de trabalho (recibos verdes toda a minha vidinha com impostos como todos);
- não tenho dívidas de cartão de crédito (e tenho casa, contas rotineiras e como como todos);
- não acho piada ao natal (cada vez mais);
- não comemoro o ano novo agora (só quando faço anos); 
- ainda não quero ter filhos (apesar de estar casada e com boa idade para os ter);
- dou uma boa gargalhada com situações ridículas à minha volta;
- enfurece-me a violência humana que está camuflada em TUDO que nos rodeia;
- faço má cara quando todos acham piada;
- não fingo aquilo que não sou (e o que isso já me custou...);
- não acredito em tudo o que vem na net;
- entristece-me ver uma geração capaz acomodada à "mama do estado";
- não quero um carro, telemóvel, roupa, casa, tudo XPTO;
- não pretendo nem estou a tirar um mestrado ou doutoramento (parece que agora só se é gente se tiver os dois);
- gosto de não fazer nada;
- gosto de trabalhar, mas não vivo para isso;
- não considero o meu trabalho, trabalho;
- ídolos... não os tenho... idolatro-me a mim própria;
- preocupa-me o agora e não o amanhã;
- durmo muito bem e como ainda melhor;
- etc...
- tudo aquilo que consideram normal numa pessoa, eu faço o contrário.


Que problema terei EU???!!!!
Serei um E.T. e nunca ninguém me disse???

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Workshop de 
Dança Oriental para Crianças 
na
Dança Livre
com

Antecipe a prenda de Natal do seu filho e surpreenda-o com uma aula de Dança Oriental totalmente dedicada aos mais pequeninos (dos 4 aos 10 anos)
Eles vão adorar!

10 Dezembro (sábado) – 10h30 às 12h

Reserve já a inscrição: 10€
Dança Livre – Rua Marques de Fronteira, 76, Campolide
21 389  41 90

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A Dança Oriental em Mim... VII

Ruth Porfírio, 27 anos, dança desde 2005

"A dança oriental em mim... é a verdadeira essência de mim própria que foi, vai, e continuará a ser desvendada, dia a dia, conquista a conquista, cada movimento que ensinamos ao corpo, cada movimento que o corpo emana per si, sem a censura que tanto nos castra... 

É, foi, e continua a ser uma vitória constante. Cada aprendizagem, cada vez que relaxo e me entrego, que fecho os olhos e o corpo responde, sem a imposição do meu cérebro, "comandador" implacável, à melodia e ao ritmo, e que um sorriso transparece da minha cara, e de todo o corpo, sou feliz, sinto-me completa...
É esta entrega recompensadora que me tornou mais mulher, mais confiante, mais consciente do meu corpo, da sua beleza, da sua capacidade e força, da sua fragilidade e do respeito que ele merece e exige.
É a dança das mulheres. Dançada por nós, para nós, ou para quem o privilégio tiver de receber desta partilha, cujo nome reporta para o que nos é único e precioso, o nosso ventre, e que cuja cultura, milenar, é rica e profundamente mística."  
 

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A Dança Oriental em Mim... VI

Anonimo, dança há um mês

Não sei muito bem como poderei explicar o efeito da "dança oriental em mim" porque simplesmente não a danço! Sinto-me a maior parte das vezes um automato, sem qualquer sentido de ritmo ou graciosidade. Mas, de vez em quando, em pequenos momentos - e sei que vais ficar surpreendida - sinto-me verdadeiramente bem!
Não consigo explicar-te a sensação, mas há alguns segundos por aula onde me sinto confiante, sexy, descontraída. Faz sentido?

Este ano foi bastante complicado para mim. A todos os níveis. Ultrapassei algo muito difícil, que acho - tenho a certeza, embora nunca a admita a ninguém - que me traumatizou. Fisicamente debilitou-me e deixou-me, como sabes, uma marca enorme. Pode parecer futilidade, mas custa-me ver-me assim. E isso, retirou-me a segurança, a confiança e fez-me ficar diferente. Talvez tenha ainda passado pouco tempo, mas sinto que perdi algo. 
Dançar (ou tentar!) nas tuas aulas, restitui-me, mesmo que por momentos, o que eu era. Não é sempre, não é constante, mas acredito que com o tempo vão ser cada vez mais os momentos assim. 
As aulas passam a correr e fico chateada de pensar que haverá vezes em que não poderei ir! Saio das tuas aulas SEMPRE de alma lavada. Leve e feliz. Agora, imagina o que será quando finalmente conseguir fazer um shimmy!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A Dança Oriental em Mim... V

Anonimo...

The oriental dancer in me....is struggling a little bit to burst through and shimmy and shine!! I am enjoying the lessons very much and enjoying learning about dance from a new part of the globe and the contrasts it has to some western dance types ...but I am finding it difficult to completely relax and be free with the music, which I suppose could also be said to be a reflection of my moving to Portugal - quite a stressful and uprooting experience! I really like the unusual eastern music but need to develop my emotional connection with it, as well as developing the challenging techniques of the movements themselves. It is great to be surrounded by friendly, enthusiastic dancers and such an inspiring teacher (no sucking-up - you really are!) and, as I continue the lessons, I hope to gain more confidence, fluidity of movement and even a greater sense of 'being' in Portugal; something which can often be found through a regular hobby. I also think the movements are helping to loosen my back, which will improve my general comfort and I enjoy the exercise aspect of the dancing also. Thank you for providing this opportunity (at an affordable price too!!!) and I look forward to the oriental dancer inside of me growing and flowering from within! 

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A Dança Oriental em Mim... IV

Vilma Mendes, 33 anos, dança desde 2004 

"Desde sempre que tive uma paixão enorme pela dança, a forma como me fazia sentir, a energia que se criava dentro de mim quando dançava, sem perceber qual o seu verdadeiro sentido. Experimentei vários géneros, mas o facto de quase todas necessitarem de par e nunca ter um amigo/companheiro com o mesmo gosto pela dança, desmoralizou-me e não permitiu na altura que avançasse na dança.
Foi em 2004 que vi pela primeira vez uma aula de dança oriental. Na altura praticava exercício num ginásio e enquanto esperava pelo inicio da aula de grupo que iria fazer, olhei fascinada para as meninas e mulheres que estavam naquela aula de dança oriental.
Era demasiado tímida e “fechada” para entrar numa aula daquelas. Pensamentos como “tu não és capaz, não és linda como as outras mulheres que ali estão, nunca conseguirás fazer aquele tipo de movimentos…” teimavam em aparecer. Até um dia, em que ganhei coragem e entrei na aula, em que a professora era a Sara Naadirah! Lembro-me de ter sido muito bem recebida e acarinhada J
Muito lentamente e através desta dança maravilhosa, fui perdendo a vergonha, conhecendo-me melhor, ganhando auto-estima que me faltava. Descobri que conseguia fazer movimentos com o meu corpo que nunca pensei fazer e que quando estava naquelas aulas, tudo o resto, todos os problemas, simplesmente desapareciam.
Desde essa altura que ocorreu uma transformação enorme em mim mesma. Muitas mudanças surgiram interiormente e reflectiram-se no meu mundo exterior. Passei por vários ciclos, por várias aprendizagens, entrei no mundo das terapias Alternativas / Orientais, tendo períodos em que, por forças das circunstâncias, tive que parar de praticar… Uns “stand-bys” que pareceram uma eternidade.
Recomecei agora as minhas aulas de dança com a Sara e aquilo que neste momento as aulas me transmitem, está ainda mais intenso! Acredito que o facto de ter ganho uma visão mais oriental, proporcionada pelas aprendizagens no mundo terapêutico, fez com que sinta ainda mais o poder desta arte milenar.
Esta dança é maravilhosa, direccionada para o corpo feminino. Emocional e Espiritualmente, sinto que entro em meditação, que me ligo ao universo e deixo que a sua energia flua em mim. É uma entrega e uma descoberta.
Faz-me ser uma bailarina de corpo e alma. E mesmo que não o faça profissionalmente, sou e serei cada vez mais uma bailarina…"

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A Dança Oriental em Mim... III

Zaahirah, 27 anos, danço há 6 anos com a mestra e amiga Sara Naadirah. :)

"O que sinto quando danço?  (Março de 2008)

Impossível dizer. Durante estes 2 anos e meio em que venho aprendendo a dançar nunca soube bem o que isso queria dizer: sentir a música, dançar com sentimento. Até hoje não sei o que isso significa. Quando danço (sozinha, nas aulas ou para amigos) apenas danço, apenas movo o corpo ao sabor das notas, sem pensar em nada ou às vezes pensando em demasia (teimosa ânsia em agradar). Mas é apenas isso: reacção à música, a cada tum/taq, a cada violino. Não me emociono com nenhuma música em especial, nem me vêem lágrimas ao olhos por mais bonita que a música possa ser. Gosto, sim, de determinadas músicas e com essas sei que a minha dança fica mais bonita, assim como sei que há músicas demasiado difíceis para mim. Mas é só. Tudo o resto são sentimentos egocêntricos (e como magoam alguns!!!)
 Quando estou triste não me consigo mexer e quando estou demasiado feliz só me apetece rodopiar. Adoro sobretudo o estar em palco e ter a sensação de que sou o centro do mundo, que nada mais importa senão eu.
Nessa altura todo o meu corpo vibra e parece que a música sai de dentro de mim e que eu voo até às estrelas, ao mesmo tempo que sou assolada por um medo terrível de que não gostem do meu jeito, do meu corpo, de MIM.
 Sei que deliro quando os amigos me vêem dançar e me abraçam e me dizem que sou fantástica (mesmo que não acredite em metade do que dizem)......... Mas isso é tudo o que consigo sentir. Isso e a angustiante pontada de inveja e vergonha por não conseguir fazer os mesmos passos lânguidos e graciosos que tu fazes, por nunca estar no ponto, por nunca conseguir brilhar......
 Quando danço nada mais sinto senão a certeza de que essa é a coisa certa, de que é o que gosto de fazer e de que a dança me torna, de alguma forma, especial. Sinto que posso morrer se algum dia parar de dançar porque já não sei viver sem ela, é como respirar.
 Se não é nada disto que se sente quando se dança, então realmente tenho um longo caminho a percorrer ou simplesmente não fui talhada para a arte..."

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A Dança Oriental em Mim… (Novembro de 2011)

"A Dança Oriental mudou a minha vida numa altura em que estava completamente a afundar-me. Posso dizer que foi a minha tábua de salvação e era capaz de escrever um livro inteiro sobre o assunto, mas acho que não vale a pena. Pelo menos não aqui. E não posso dizer que as mudanças estejam a parar, porque sinto-as de dia para dia.
 Hoje quando danço, danço a sério. Não estou a tentar agradar a ninguém senão a mim mesma. Já pouco me interessa o que pensam ou dizem de mim.
Já não procuro o "brilhantismo". A mania de querer ser sempre a melhor esgotou-se (e esgotou-me). Hoje apenas danço. Curiosamente noto o efeito contrário no meu corpo: tenho uma postura mais correcta, mais ousada... vou perdendo aos poucos o complexo de "ser grande".
 Igualmente hoje já pouco consigo escrever sobre o que sinto quando danço. Já não saem palavras. É só sentir e sentir e sentir.  Por isso já me é difícil fazer aulas com coreografia longa ou seguir-te em qualquer música. Por mais que a minha cabeça esteja a pensar no que tenho de fazer, o corpo insiste em ter vida própria e quer fazer movimentos diferentes. É o teu sentir, não o meu...
 Continuo a ansiar por me mostrar em público, mas apenas pela adrenalina que me invade nessas alturas, já não para me exibir ou provar o que quer que seja. Sei o valor que tenho.
 No entanto, mantenho o que disse antes: sinto que posso morrer se algum dia parar de dançar, porque já não sei viver de outra forma. É como respirar. E é para sempre."



quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A Dança Oriental em Mim... II

Ana Gradim, 20 anos, 3 semanas de aulas


"Sou das alunas que tem apenas uns dias de aulas, mas no entanto sinto que já aprendi bastante. Não claro quanto à técnica, essa já vi que vai demorar muito a aperfeiçoar, ou pelo menos até ficar ao nível das alunas mais velhas, mas quanto ao que a Dança Oriental me transmite isso sim já aprendi algo.
Antes de a aula começar tenho a cabeça ocupada com os meus “problemas” do dia-a-dia, com as minhas preocupações, com o que fiz ou tenho de fazer. No entanto quando começa a tocar a música, mesmo antes de qualquer dança, sinto a minha cabeça a ficar vazia. Mas não no mau sentido. Fica vazia porque apenas me concentro na música, na sua melodia e em como me posso expressar dançando. Claro que por ter apenas três semanas de aulas ainda me preocupo muito com o que estou a fazer, a dança não me sai naturalmente. Não sei ainda ao certo o que esta dança me transmite, estou sempre com a máxima atenção ao que se passa à minha volta e nem tenho oportunidade de me olhar ao espelho, mas acredito que com o passar do tempo isso será possível e então possa desfrutar mais. No início da aula de certa forma sinto-me mal, quase não me mexo, no entanto a musica absorve-me de tal maneira que esses pensamentos ficam para trás. Em certos momentos dou por mim parada e completamente distraída a observar as minhas colegas, como elas se mexem com a maior naturalidade. Quero um dia também eu ser assim.
Quando a aula termina, pode parecer estranho, mas tenho sempre imenso sono… Penso que isso se deva ao facto de estar relaxada, e digo-vos é uma sensação óptima.
A Dança Oriental em mim está a tornar-se algo de maravilhoso."

domingo, 30 de outubro de 2011

A Dança Oriental em Mim... I

Patrícia Marques, 27 anos, praticou duas aulas

"Antes de fazer as aulas informei-me bastante sobre a Dança  Oriental, percebi que não era mais um estilo de dança mas sim um estilo de vida....
Já dancei vários estilos de dança, num grupo de hip-hop onde tínhamos que ser versáteis, saber um pouco de vários estilos, depois entrei para a contemporânea que percebi que tinha mais haver comigo e com o que queria sentir ao dançar... Fiz dois workshops onde também tinham dança oriental e gostei, mas como era tanta gente tive a sensação contrária e sabia que não era a que deveria ter tido, a energia dispersou-se, e foi uma grande confusão, sabia que se queria tentar sentir ou perceber realmente o que se sente na dança oriental tinha que me inscrever em aulas...
Não queria ficar por aí, sempre gostei muito do Egipto, da sua cultura e tradição, e como tal a minha vontade de experimentar ter aulas a sério levou-me a procurar aulas por perto mas tinha de ser com alguém que me inspirasse segurança. Procurei na net, do que vi pelos vídeos gostei da energia da Sara Naadirah, e aventurei-me...
Pelo contrario de muita gente que frequenta a primeira aula e diz não sentir nada, isso não é verdade...
Somos humanos sentimos sempre alguma coisa, não digo que é o mesmo de alguém que viva da dança oriental, não digo que é sentir o mesmo de alguém que conheça já todos os movimentos e que já não precise de pensar neles para se libertar e passar só a senti-los...
Bastou-me uma aula apenas para saber que já deveria ter embarcado nessa aventura há mais tempo, bastou a aula ter corrido da maneira que correu para perceber que é mais que uma dança... Fez-me sentir bem, fez-me sentir única. A sensação é de satisfação e de aceitação dos nossos defeitos, aceitar-nos como somos e sentir-mo-nos bem. E esta frase não me sai da cabeça: "Quando entrarem aqui pensem que são magnificas". Ou seja é o conhecimento do nosso corpo, é o movimento que podemos fazer com ele, é sentir-mo-nos belas mas também mostrarmos o que somos e não nos fecharmos num cofre como um tesouro a espera de ser encontrado...
Percebi que realmente a dança oriental transforma-nos, e que tudo o que está mal no mundo real, ali dentro desaparece, e fica só aquele momento...
Infelizmente para mim por agora foi mais uma experiência que teve que parar após a segunda aula por motivos de saúde e não poderei fazer o que me faz tão bem à alma, mas não é um adeus, é um "até amanhã" porque acredito que tudo isto vai melhorar. Pode demorar muito tempo, pode demorar anos mas quando passamos por momentos felizes não esquecemos isso, e quando a vida nos prega partidas são esses momentos que nos fazem acreditar que um dia os havemos de passar novamente.
Sara Naadirah obrigada por tudo, podes pensar que é pouco mas foi o suficiente para perceber que a humildade que há em ti torna a aula ainda mais especial...
Sejam Felizes a fazer o que mais gostam de fazer porque o relógio não pára..."


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

A Dança Oriental em Mim...

Não. Não serei eu a escrever mas as minhas alunas que aceitarem o desafio de pôr em palavras o que lhes vai na Alma e Cabeça antes, durante e depois de uma aula/dança.
Com esta proposta pretendo acima de tudo pôr-vos a pensar e sentir. Quero que reflitam sobre a parte espiritual e terapêutica que esta dança carrega. 
Que se exprimam!
Também é interessante a partilha de experiencias protagonizadas pelos que não são profissionais, pelos que aprendem simplesmente porque... sim. 

Começa assim:
A DANÇA ORIENTAL EM MIM...

E aqui vai a primeira impressão:


"Eu acho que elas (alunas mais recentes) agora ainda não têm muito a noção do que é realmente a Dança Oriental em termos espirituais, eu não tinha quando entrei. A DANÇA ORIENTAL EM MIM ao ínicio, "não sentia nada", estava simplesmente focada em aprender a técnica, só passado algum tempo é que me deixei ir, libertei a mente, deixei-me voar.. Quando fazemos essa "passagem" não a sentimos, só mais tarde nos apercebemos que ela aconteceu e aí é que é realmente mágico. Deixamos de estar apaixonadas para começarmos a sentir Amor a esta arte.
O clique só aconteceu na minha cabeça e no meu coração o ano passado, quando estive sem dançar.. Sentia-me um robot nesta sociedade mecanizada, não havia "uma pausa", não conseguia respirar fundo como respiro após uma aula contigo. Foi nessa altura que tive a certeza que já não era só físico e técnica, era uma entrega, era a partilha que tanto falas, foi essa necessidade que senti o ano passado. A necessidade de partilhar e de deixar transparecer a minha essência através da dança, a necessidade de me libertar, de durante uma hora ser eu própria, despida de tudo o que nos corrói."


Claudia Maçarico, 22 anos, dança há cinco anos

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Canso-me...

Quero pedir desculpa, a todos que me seguem, por estes últimos tempos não ter escrito quase nada.
Podia arranjar mil justificações para a minha ausência no blog mas, a razão é só uma: estou numa fase pouco criativa em termos de pensamentos. Sim! Não me tem apetecido filosofar. 
Acontece que, com inúmeras coisas para organizar, agendar, criar, ensinar, actuar desde que começou o ano lectivo, a última coisa que quero é sentar-me ao computador e pensar.
E, como já se escreve tanta coisa, não quero ser mais uma a "encher chouriços" só porque sim. Criei o blog para poder partilhar as minhas reflexões diárias enquanto ser humano e bailarina, escrevendo o que ache importante e, como só faço o que me apetece, sempre com o objectivo de ter prazer e me sentir bem, simplesmente não tinha nada de importante para partilhar.

Assim sou eu: faço o que me apetece, quando quero, ao meu jeito. Sou controladora, por vezes obsessiva, mandona. Gosto de liderar. Estar à frente, compreender o que se passa à minha volta. Dominar. Criar e inventar caminhos para seguir teimosamente os meus sonhos e objectivos.
Mas sinceramente, por vezes ser eu, cansa-me...
Não é fácil ter a personalidade e a intuição que tenho. Ter a responsabilidade total de todas as minhas decisões e vida requer uma determinação constante. Uma auto-confiança e auto-estima fortes o que é cansativo. Nem todos os dias são bons... sou humana, tenho defeitos e fraquezas. E graças a Deus por isso, pois são nesses momentos que lembro que não sou a super mulher, sou simplesmente uma mulher.
De vez em quando gosto ser liderada, que pensem por mim, que me controlem, que decidam por mim, que me corrijam, que me calem, que me parem. Que me defendam de mim própria. Que me amem.
Esta também sou eu... insegura e carente...

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Workshop de 
Dança Oriental na 
Dança Livre
com
Sara Naadirah

Venha aprender um pouco do universo fascinante da Dança Oriental num workshop divertido e dirigido a todos que queiram experimentar e iniciar-se nesta arte milenar.

19 Novembro (sábado) 10h30 às 12h30

Programa:
. introdução aos movimentos básicos de dança oriental;
. postura / braços / shimys;
. pequenas sequencias coreográficas com os movimentos abordados;

Reserve já a sua inscrição: 20
Dança Livre Rua Marques de Fronteira, 76, Campolide
21 389  41 90

sábado, 24 de setembro de 2011

Ciclo de Workshops de Dança Oriental
Sara Naadirah
Outubro a Dezembro de 2011

Depois do sucesso que foi o ciclo de workshops da época passada (out.2010 a jul.2011), decidi dar continuidade para este ano lectivo 2011/2012, evoluindo para três ciclos/cursos distintos:
1º de Outubro a Dezembro; 2º de Janeiro a Março e 3º Maio e Junho 
E, para melhor complementar os seus conhecimentos indo ao encontro do seu nível, haverá em cada ciclo dois patamares de dificuldade, com horários diferentes, sempre com  os temas mais procurados e essenciais para uma excelente aprendizagem e real complemento da Dança Oriental:
Curso de Nível Iniciado
para todos aqueles que pretendem iniciarem-se no universo da Dança Oriental ou para quem, embora já com algumas noções queira solidificá-los. Ideal também, para aspirantes profissionais que queiram aprender a sistematizar os seus conhecimentos para uma melhor performance e ensino da dança;
Curso de Nível Intermédio/Avançado
para todos aqueles (também para aspirantes e profissionais) que queiram aprofundar e diversificar os seus conhecimentos em Dança Oriental.


Assim, baseado na minha experiencia de oito anos como bailarina profissional e professora, coloco à sua disposição:

1º Ciclo - de Outubro a Dezembro
12 workshops / 12 Temas
 2 Cursos Intensivos : 1- Nível Iniciado / 1 - Nível Intermédio/Avançado

Durante três meses, dois sábados por mês, poderá de uma forma prática, objectiva, fácil e acessível financeiramente, frequentar o curso completo ou escolher as matérias que mais lhe convir e interessar.
IDEAL
a todos,
ESSÊNCIAL
aos iniciantes,
IMPERDÍVEL
a quem deseja ensinar ou é profissional,
FUNDAMENTAL
a quem não se acomoda e quer levar mais longe os seus conhecimentos.
FINALMENTE, se não tinha tempo para frequentar aulas semanais, tem aqui a sua oportunidade e aprender D. Oriental como sempre desejou!!!
INSCREVA-SE e ENRIQUEÇA A SUA DANÇA, LEVANDO-A A OUTRO NÍVEL!
Prometo, que de uma vez por todas, irá esclarecer aquelas dúvidas e desbloquear aqueles movimentos de modo a transformar a maneira como dança!!!!


Local:
Espaço Dançattitude
Travessa Escola Araújo Nº 3 A  Lisboa


Programa dos cursos:

. 15 e 29 Outubro
Nível Iniciado: das 11h00 às 13h00
. Introdução - Os Movimentos Circulares/Orgânicos e Os Movimentos Rectos/Secosduas aulas práticas de introdução ao curso e á D. Oriental, imperdível para quem está a iniciar ou para profissionais que estejam a iniciar a sua carreira como professores e bailarinos. Nestes dois workshops vou abordar a postura, respiração e atitude a ter quando se dança, afim de poder aprendê-la com mais eficácia e dançá-la divinamente. Abordarei também os principais grupos de movimentos existentes, que será complementado com uma parte teórica sobre a história da D. Oriental.

Nível Intermédio/Avançado - das 14h às 16h00:
. Introdução - O Clássico e o Véu – dois workshops dedicados ao estilo clássico, onde será abordado as suas principais características e atitude a ter com esta vertente. Será também leccionado a técnica de Véu, adereço essencial como complemento do estilo clássico e ideal para enriquecer a sua dança (se não possuir véu, será emprestado para a aula).


12 e 26 Novembro
Nível Iniciado: das 11h00 às 13h00
. Postura/Braços/Mãos e o Shimy  - nestes dois workshops o movimento de excelência da D. Oriental – o shimy -será abordado, onde irá de uma vez por todas, compreendê-lo e executá-lo, bem como perceber as suas nuances e várias dinâmicas. Também serão estas duas aulas dedicadas ás partes do corpo que “parecem” serem o menos importante, mas que bem colocados transforma qualquer dança. Iremos reposicionar e realinhar a postura, dar atenção aos braços de modo a embelezar a sua dança, bem como trabalhar posição e movimentos de mãos afim de estas deixarem de ser “problema” quando dança.

Nível Intermédio/Avançado: das 14h às 16h00
. O Folclore Egípcio e o  Bastão dois workshops dedicados ao folclore egípcio com técnica de bastão, adereço enriquecedor desta particular vertente da D. Oriental. Também aqui irei abordar as suas principais características e postura a ter bem como tentar adquirir o espírito único deste genuíno estilo (se não possuir bastão, será emprestado para a aula).


10 e 17 Dezembro 
Nível Iniciado: das 11h00 às 13h00
. Conclusão – Coreografia com os Principais Movimentos – nestes dois últimos workshops, iremos concluir o curso com a prática de uma coreografia simples mas com o essencial para poder praticá-la em casa e assim “treinar”todo o vocabulário básico da D. Oriental.

Nível Intermédio/Avançado: das 14h às 16h00
. Conclusão – Coreografia com Véu e Bastão – nestes dois últimos workshops, faremos uma coreografia com toda a matéria abordada nos anteriores, afim de poder praticá-la, solidificando assim e cada vez mais o estilo clássico com a técnica de véu e o folclore egípcio com técnica de bastão.

Investimento:
Os dois cursos (iniciado e intermédio/avançado) /12 workshops – 300 - com certificado de participação no final
Curso Nível Iniciado / 6 workshops – 150 - com certificado de participação no final
Curso Intermédio/Avançado / 6 workshops – 150 - com certificado de participação no final
4 workshops / 1 mês (iniciado e intermédio/avançado) – 120€
2 workshops / 1 mês (iniciado ou intermédio/avançado) – 70€
1 workshop / 1 dia à escolha (iniciado ou intermédio/avançado) – 40


Inscrição:
. para garantir a sua inscrição terá de fazer o pagamento de, no mínimo 50% ou o valor total da modalidade que se inscreve, por transferência bancária para o nib: 0007.0271.00150604809.65 (BES);
. após a transferência, terá de informar o seu nome, telemóvel , o valor que transferiu, quantos e quais os workshops se inscreve para o e-mail: saranaadirah@gmail.com ou 914258256;
. os restantes 50% em falta, serão pagos quando atingir metade do curso/workshops que se inscreveu, ou se preferir antes dessa data, à professora (em dinheiro ou por transferência apresentando o respectivo talão)
. Exemplo:
- inscreve-se nos dois cursos (300), paga metade (50% - 150), por  transferência bancária e de seguida informa para o e-mail ou telemóvel que transferiu 150 como inscrição nos 12 workshops. Os restantes 150 pagará a meio do curso (neste caso seria dia 26 de Novembro ou antes); 
- inscreve-se somente para o mês, por exemplo, de Dezembro para o nível intermédio/avançado (70€), paga metade (50% - 35), por  transferência bancária e de seguida informa para o e-mail ou telemóvel que transferiu 35 como inscrição nos 2 workshops dos dois dias. Os restantes 35 poderá pagar no último workshops (neste caso seria dia 17 de Dezembro ou antes); 
OBS: possibilidade de outras modalidades de pagamento faseado. Contacte Sara N. para combinar a melhor forma.

Agende já os próximos ciclos:
. 2ºcurso intensivo – 14 e 28 Janeiro; 11 e 25 Fevereiro; 10 e 24 Março 2012;
. 3ºcurso intensivo – 19 Maio; 2 e 16 Junho 2012

Para Mais informações ou dívidas contacte: saranaadirah@gmail.com ou 914258256

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Aulas Dança Oriental -Época Setembro 2011 / Julho 2012 - OEIRAS


Aulas de Dança Oriental
Oeiras

Dando continuidade ao sucesso que ao longo dos últimos anos tenho tido no ensino, dignificação e divulgação da Dança Oriental em Portugal, decidi para esta época
(set. 2011/jul.2012) apostar na abertura de uma classe em Oeiras de nível aberto, para além das aulas que continuarei a leccionar em Lisboa.
Estas aulas estarão abertas a todos que pretendem aprender dignamente a arte milenar que é a  Dança Oriental, através de um método de ensino próprio, único e eficaz , resultado dos largos anos de estudo e prática desta dança com centenas de alunos.

Atreva-se a experimentar e surpreenda-se!!!!
Espero por si!!!

Inscrições Abertas


Inicio a 7 Outubro 2011 até ao final de Julho 2012

Quartas – 21h às 22h
Sextas – 20h30 às 22h

no
Pavilhão Gimnodesportivo de Oeiras
(no Jardim Municipal de Oeiras)

Inscrição:
5€ - para seguro

Mensalidade:
30€ - os dois dias da semana
20€ - uma vez por semana


Como se inscrever:
Para se inscrever poderá enviar-me um e-mail – saranaadirah@gmail.com ,  telefonar-me (914258256) ou enviar-me uma mensagem através do Facebook a indicar os seguintes dados:
- Nome
-Idade
- Morada e Código Postal
- E-mail
- Nº de telemóvel
e
Efectuar uma transferência bancária -(avisando-me de seguida que o fez) do valor da inscrição (5€) + o valor da primeira mensalidade (mês de Outubro) para o nib: BES - 0007.0271.00150604809.65
(ou caso prefira poderá inscrever-se no primeiro dias de aulas comigo onde me informará de todos os dados necessários e efectuar o pagamento em dinheiro)


Regulamento:
. qualquer aluno no seu primeiro dia de aulas terá de assinar a ficha de aluno onde lê e concorda com todo o regulamento;

. qualquer aluno no seu primeiro dia de aulas terá de preencher a ficha para seguro;

. qualquer aluno no acto de inscrição terá de efectuar o pagamento do valor da inscrição e o valor da primeira mensalidade à professora Sara Naadirah;

. qualquer aluno fica comprometido ao pagamento - à professora Sara Naadirah - da devida mensalidade desde o mês que começa até ao final do ano lectivo em curso (Julho inclusive, que deverá ser pago 50% em Janeiro e os restantes 50% em Maio) sem excepções ou reembolsos;

. o pagamento das mensalidades deverão ser efectuadas até ao dia 5 do mês correspondente, por transferência bancária (avisando sempre que o fizer) ou em dinheiro à professora;

. por cada dia de atraso no pagamento da mensalidade, será acrescido uma multa de 1€ por dia;

. qualquer aluno em caso de lesões físicas ou doença prolongada, devidamente comprovadas com atestado médico, pagará uma taxa de 5€ em vez do valor total da mensalidade;

. qualquer aluno ao desistir deverá informar a sua decisão, para se desvincular das restantes mensalidades;

. qualquer aluno que não pague dois meses seguidos, assume-se que desistiu e perderá a sua vaga;

. é possível a frequência de uma aula experimental antes da inscrição, sendo que, em caso de lesão física nessa mesma aula, a responsabilidade será do próprio aluno;

. aconselha-se que todos os pertences do aluno permaneçam com ele na aula, em caso de extravio ou perda é da responsabilidade total do aluno;

. Todos os alunos inscritos nesta classe terão 10% de desconto em todos os cursos e workshops organizados por Sara Naadirah durante o corrente ano lectivo.