domingo, 27 de dezembro de 2015

E mais um ano passou...

É impressionante como o tempo não passa... voa! Mais um ano está prestes a terminar e, para muitos, um novo ciclo começa.
Como já referi muitas vezes, as minhas maiores resoluções são quando faço anos e é aí, que comemoro mais uma passagem de ano. Esta, que irá acontecer daqui a poucos dias, pouco ou nada me diz. Balanços faço-os ao longo do ano. 
Normalmente faço um jantar, passo com o meu marido (sempre há 15 anos) com a Nikita, com a minha irmã e o meu sobrinho lindo o Brownie. Como nunca faço planos para essa noite, muito provavelmente, este ano, será igual menos a parte do jantar. Preciso de um time out da cozinha. Gosto imenso de cozinhar mas... há limites.
Deito-me cedo. Por volta da uma e pouco da manhã já vou dormir... para muitos o ano deve começar com muita agitação e barulho. Para mim nada como começá-lo com uma bela noite de sono. Sossego e silencio. Nada mais.
Muitas vezes perguntam-me porque não trabalho nessa noite. Acham estranho eu não fazer questão de estar dançar numa noite de festa onde faria todo o sentido estar a animar algum evento. É simples. Porque tenho todas as outras noites para dançar. Esta, tal como no meu aniversário, e outras datas especiais faço questão de ser só a Sara e não a Naadirah, na companhia de quem amo e principalmente em paz. Há momentos que não abdico de estar inteira para os meus e para mim. É assim que equilibro a minha vida privada com a profissional.
Que 2016 seja... sempre melhor que os anteriores. Que finalmente Portugal entre numa fase mais prospera e alegre. 
O desejo que faço à meia noite? Que seja feliz.




segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Natal 2015


"Dê a quem você Ama :

- Asas para voar...
- Raízes para voltar...
- Motivos para ficar... "  Dalai Lama


Estas serão (são) as minhas prendas de Natal para quem amo. 
Confesso que, este ano, não estou muito natalícia... não sei se é do tempo, conjuntura ou mesmo falta de tolerância com o habitual consumismo exagerado desta época. Não sei... parece-me tudo tão forçado, descontextualizado e hipócrita. Não é por acaso que é conhecida como a "triste época mais feliz do ano".

Mesmo assim, tenho a bênção de ter uma família que, para bem e para mal, se junta à volta de uma mesa cheia e com muita confusão à mistura.
Tirando a minha irmã, todas (sim... as mulheres) estão encarregues do banquete. A mim, este ano calhou-me os doces. Já tenho a lista dos mesmos, ingredientes comprados e tudo estruturado para que no dia 24 e 25 nos deliciemos com as minhas sobremesas preferidas.
ADORO os doces típicos mas confesso que não são fáceis de fazer. Percebo e domino técnica de dança mas, a técnica da doçaria portuguesa é lixada. Requer concentração, prática e, o que normalmente nunca sigo à letra: executar a receita sem inventar. O que me vale é a Bimby (não estou a fazer publicidade nem tenho comissões de venda) mas a maquineta é mesmo uma ajuda para os tais pontos específicos e misturas esquisitas. Parece que fica, quase, sempre bem.
Apesar de tudo, gosto de dar as boas festas e desejaria que todos tivessem uma família (não esquecendo os nossos animais de companhia) onde passar esta época, com muita comida, saúde e risos. É muito bom ter tudo isso.



BOM NATAL!!!!!!!!



quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Nova oportunidade de Aulas D. Oriental

Novo ano, Nova aula, Nova oportunidade de aprender a arte da Dança Oriental.
A partir de 7 de Janeiro começam a aulas - nível iniciado -  no Pavilhão Gimnodesportivo de Oeiras.
INSCRIÇÕES ABERTAS!!!
Mais informações:
saranaadirah@gmail.com



quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

May The Force Be With... Me


Esta frase nunca me fez tão sentido como agora.
Quando tudo e todos nos falham, a única hipótese é agarrar-mo-nos a nós próprios num jogo mental complexo.
A mente - a minha maior adversária - prega-me rasteiras cada vez mais criativas. Domá-la, é cada vez mais difícil, mas não impossível. É incrível a força que temos quando menos esperamos, força essa que está presente quando rebolamos no chão a chorar ou quando gritamos por ajuda que não vem.
Saber silenciar a mente quando tudo à volta é ruído é uma arte tão ou mais complexa que a própria dança. Discipliná-la (a mente) requer a mesma dedicação que um atleta olímpico. Ouvir-me e não subestimar a minha intuição não é para meninas, é para MULHERES.
Vale-me as bolhas de oxigénio quando partilho a minha dança. Bênção que entrou na minha vida há quase 15 anos atrás e fez-me perceber que as respostas estão em mim. Mal sabia na altura, que a Dança do Oriente seria a minha tábua de salvação. É minha força que se renova cada vez que faço um movimento.