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Mensagens

A mostrar mensagens de Julho, 2014

A poucas horas dos meus 35 anos...

"A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver cerca de 70 anos. Porém, para chegar a essa idade, aos 40 anos, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão. Aos 40 anos, suas unhas estão compridas e flexíveis e jánão conseguem mais agarrar as presas, das quais se alimenta. O bico, alongado e pontiagudo, se curva. Apontando contra o peito, estão as asas, envelhecidas e pesadas, em função da grossura das penas, e, voar, aos 40 anos, já é bem difícil! Nessa situação a águia só tem duas alternativas: deixar-se morrer... ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e lá recolher-se, em um ninho que esteja próximo a um paredão. Um lugar de onde, para retornar, ela necessite dar um vôo firme e pleno. Ao encontrar esse lugar, a águia começa a bater o bico contra a parede até conseguir arrancá-lo, enfrentando, corajosamente, a dor que essa atitude acarreta. Espera nascer um nov…

Aulas - Época 2014/2015

Aulas Dança Oriental OEIRAS e LISBOA 2014 . 2015
1 Outubro 2014 a 30 Julho 2015
Destinado a todos que pretendem aprender dignamente a arte milenar que é a  Dança Oriental. O meu método, reconhecido e eficaz é o resultado de 11 anos de ensino a centenas de alunos.
ATREVA-SE A EXPERIMENTAR E SURPREENDA-SE!!
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OEIRAS
No espaço: Prema Yoga Rua de Belém, 22A  2780-005 Oeiras . 917768208 / 919195035 www.premayoga.pt
4ªs Feiras: Nível Iniciado– 19h45 às 20h45 Nível Intermédio– 20h45 às 21h45
Mensalidade:37,5€ Inscrição: 15inclui seguro

Informações e inscrições contacte:saranaadirah@gmail.com ou 914258256
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LISBOA
EspaçoDANÇATTITUDE

Lições de Vida e de Dança X (e última) - Quero Dançar como EU: Resgate e Ressurreição

Ao longo dos últimos meses, compactei - o que chamei Lições de Vida e de Dança - o que eu achei mais importante da jornada que é viver da e para a Dança. Nesta última (pelo menos por agora) lição, partilho o que para mim foi e é, a mais importante dádiva que a Dança do Oriente me deu: a RESSURREIÇÃO e RESGATE do meu EU.
Sim, esse meu EU - a minha essência - quando conheci a Dança Oriental, estava morta. Não me reconhecia, não sabia quem eu era, onde me encaixar. Estava completamente perdida. Ao crescer numa sociedade que nos prepara academicamente - com  a perspectiva que tal profissão nos dará o sucesso (material) esperado - e não espiritualmente, muito menos emocionalmente, experienciei ainda muito jovem a sensação de me sentir anormal por pensar de uma maneira diferente e, excluída por agir e falar o que não era suposto.


A pressão, quando somos jovens é tanta e a nossa preparação interior é tão pouca que, na altura, para ser aceite, deixei-me domar. Anulei-me durante alguns anos afim d…