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Mensagens

A mostrar mensagens de Junho, 2015

Sou sim maluquinha pelos animais e com muito orgulho

Há três anos e meio, escolhi, ter um animal de estimação. Um cão.  Não sabia nada sobre eles, aliás, tinha medo deles. Mas mesmo assim, decidi, com o meu marido termos um.  Apesar de toda a minha ignorância sobre o assunto, sabia que, ao entrar um ser vivo em minha casa (que não pediu para lá entrar), ele seria da minha inteira responsabilidade bem como o seu bem-estar. Sabia que o teria para o resto da vida e teríamos que nos adaptar a este novo ser. Apesar também de ter uma tendência para gostar mais da raça labrador, nunca me fez sentido ter de "comprar" um animal... para mim, uma vida não se compra... adopta-se e assim foi, procuramos várias associações e a Nikita uma rafeirinha linda, aparece nas nossas vidas.   Hoje sei que não fomos nós que a escolhemos, ela nos escolheu. Estava lá à nossa espera e na altura certa, nós vimo-la e nos arrebatou. Até hoje não consigo explicar a "química" que tenho com ela que foi desde o primeiro olhar. Nunca tinha pegado num cão...…

Assim foi na Terra Encantada...

Eu acredito que há um momento certo para tudo. E, acredito que há anjos que abençoam esses momentos certos. Assim foi o meu mais recente espectáculo TERRA ENCANTADA: na hora certa, rodeada de anjos e um muito particular. Como em tudo que faço, senti o meu instinto gritar que conseguiria idealizar e realizar um espectáculo, que fosse um resultado directo do meu coração e que viesse das profundezas da minha alma, baú onde fui resgatar memorias.  Queria que fosse diferente de tudo que já tivesse feito e que se tornasse muito especial. E assim foi... especial onde tive a sorte de reunir não só na plateia, como em palco, pessoas muito especiais a quem eu agradeço profundamente.  Consegui. A fasquia subiu. As portas abriram-se para um novo e mais exigente publico.  Há muito que um projecto não me dava tanto prazer, tanto gozo onde todas as ideias fluíram e, onde em palco, criamos uma energia que contagiou e, não deixou ficar ninguém que estava a assistir indiferente. Onde e sobretudo, o objecti…