sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Apenas hoje...


... Não te zangues
... Não te preocupes
... Agradece o que recebes
... Trabalha honestamente
... Respeita o teu semelhante e todo o ser vivo.

Este são os princípios do REIKI.

Começa logo por: APENAS HOJE. Vivemos numa sociedade obcecada pelo futuro mas presa ao passado, esquecendo do agora, do que estamos a viver neste preciso minuto. E mais nos esquecemos que o futuro é uma consequência directa do nosso presente...
Graças a Deus, o modo de vida que escolhi, obriga-me a viver o dia de hoje como se não houvesse amanhã, mas milagrosamente esse amanhã chega sempre radioso e cheio de desafios...
NÃO TE ZANGUES, não te aborreças, não eleves a tua ira pois não vale a pena desgastar a nossa energia, com o que não nos traz nada de bom. Não ganhamos nada em nos enfurecer, só rugas...
É incrível como encontro pessoas zangadas com o mundo e arredores, preparadíssimas para uma boa zanga, mortinhas para insultar alguém... e para quê?! Não percebem que só fazem mal a elas próprias. Confesso que não é fácil, ainda mais para mim, uma leoa (também de signo) que vive no mesmo mundo que todos vós, mas é possível acalmar o espírito no meio de tanta raiva, é só mentalizar.

NÃO TE PREOCUPES, pergunto: para quê sofrer por antecipação?!!
Aprendi, também pela Vida, que se deixar-mos, o que não conseguimos controlar, nas mãos de DEUS, em mãos Divinas, no Universo... tudo acaba por se encaixar na perfeição.
Percebi que a maior parte da nossa vida, simplesmente não está nas nossas mãos controlar, decidir, fazer como nós achamos, na nossa mais pura ignorância, que deve ser feito. Há algo mais sábio e divino que pode guiar-nos e quando confiamos nisso... a vida flui e conseguimos de noite dormir em Paz, sem preocupações porque confiamos que há algo a proteger-nos.

AGRADECE O QUE RECEBES, aquilo que tens, aquilo que irás receber, seja matéria, seja bençãos espirituais. Olha à tua volta e VÊ o que já conseguiste! Agradece o milagre de estares vivo... Não esquecer que a gratidão trará abundância. Por isso sê grato.

TRABALHA HONESTAMENTE... para com os outros, mas principalmente, trabalha a tua vida honestamente para contigo próprio. Sê Verdadeiro e verás como o teu trabalho é
uma consequência positiva dessa mesma honestidade.
Hosnestamente, o que gostavas mesmo de fazer? É o que fazes? Sê sincero... a vida é só uma, e está nas nossas mão ter coragem de arriscar e trabalhar a nosso favor.

RESPEITA O TEU SEMELHANTE e TODO O SER VIVO... acho que não preciso de comentar.
Quem ama, recebe esse amor em dobro.

Desafio: só por um dia, tenta viver segundo estes princípios! É mais simples segundo julgamos.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Os Princípios Básicos para Aprender Dança Oriental

Dançar é sem dúvida uma das formas ancestrais de expressão. Anterior á fala e à escrita, a dança é, a meu ver, a mais poderosa comunicação connosco próprios e com os outros. Aprender a dançar requer conhecimentos técnicos característicos de cada estilo. A Dança Oriental não é diferente mas, esta especial forma de expressão, requer também e como preparação para toda a técnica inerente, um conjunto de princípios, que, se postos em prática, assimilará com mais eficácia toda a sua magia.

Pela minha experiencia, considero que esses princípios básicos, são a mais fiel definição de Dança Oriental, e eles são:

- Respiração: este é o primeiro e principal movimento. Sem uma correcta e consciente respiração, a dança sai mecânica, presa e sem vida. Na D.O. a respiração volta aquela de que quando nascemos – abdominal – fazendo este tipo primitivo de respiração, valorizando conscientemente cada entrada e saída de ar, alimentamos a nossa alma. Como consequência, o espírito fica preparado para se exprimir. Com a prática, vai notar que a D.O. pede uma respiração abdominal, e sem se dar conta começa fazê-la naturalmente enquanto dança.

- Preparação Mental: para aprender a dançar tem de aprender primeiro que precisa de ter disposição mental para tal. Ou seja, tem de chegar ao local da aula e “desligar-se” do mundo exterior concentrando-se somente em si, no que sente e em que estado se encontra o seu corpo. Descomprimir, deixar de pensar com a cabeça mas em vez disso, ouvir o seu corpo e deixá-lo movimentar-se com a sua própria sabedoria.

- (re) Colocação da coluna/corpo: saber qual a postura corporal a adoptar na dança, é meio caminha andado para uma melhor performance. Más posições originam más posturas e mais tarde lesões que podem ser evitadas. Na D. O. a recolocação correcta da coluna é fundamental, bem como a consciência total da mesma. Na dança o corpo é o templo da alma, se esse templo não estiver bem estruturado…a alma não consegue brilhar.

- Consciência do equilíbrio natural do corpo: perceber qual o ponto de equilíbrio do corpo, tomar consciência de como nos mantemos equilibrados quando estamos de pé, será com esse equilíbrio que vamos desafiar quando dançamos.

- Reaprender a andar : relembrar como é andar, um dos primeiros e mais importantes movimentos em criança. Mais uma vez, é tomar consciência da distribuição natural do peso e como podemos “brincar” com essa mesma distribuição.

- Saber ouvir a música e ritmos: antes de se dançar tem de escutar a melodia, ritmos, sons. Antes de haver dança tem de haver música e é com ela que uma bailarina se inspira para dançar. A música ocidental nada tem a ver com a oriental (mais especificamente a árabe) por isso, é imprescindível que sensibilize e treine os seus ouvidos para este género musical. Como é que isso se faz? Ouvindo, escutando e interiorizando cada som, cada ritmo, cada instrumento com o coração bem aberto.

- Abrir a alma para a prática da dança: deixar de ter medos, deixar expormo-nos emocionalmente, psicologicamente e até fisicamente. Não dá para, realmente dançar se não abrimos o nosso coração e deixar os sentimentos fluir. Deixe a sabedoria ancestral da dança “falar” consigo e consequentemente desenvolverá expressão enquanto dança.

- Respeitar o seu ritmo: cada um tem o seu próprio tempo de aprendizagem. Lembre-se que o que não consegue hoje irá conseguir amanhã. É uma viagem, um processo, onde o fim é infinito. Respeite o seu ritmo e a dança irá de certeza fluir.

- Sentir prazer a dançar: não vale a pena dançar se não lhe apetece, forçar movimentos, enfim, não sentir prazer naquilo que se está a fazer. Na dança não há obrigações, mas compromisso. Compromisso consigo acima de tudo, em querer uma melhor qualidade de vida emocional, espiritual e de auto-estima. Dançar faz com que, obrigatoriamente, tome contacto simultaneamente com o seu corpo e emoções. Faz com que não fujamos deles, pelo contrário, que deixemos de ter medo de sentir e expressar esse sentimento.

Creio no fundo do meu coração que a D.O. escolhe cada um que a pratica. Se sente vontade de aprender é porque foi escolhida…

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A Dança Oriental como eu gosto




Ano após ano, show após show, dança após dança, movimento após movimento, cada vez chego mais à conclusão que o que realmente encanta, a quem nos assiste, é a alma com que a bailarina dança.
Ela até pode usar véus, bastões, leques, fazer o pino, mas o que fica na memória foi como ela sentiu aquela música e o transmitiu através do movimento do seu corpo.
Isso é que é dançar! E esse é que é o princípio da Dança Oriental.
Adoro adereços, aprecio algumas fusões, divirto-me a inventar, mas cada vez mais estou adepta de não levar nada e ser só eu, a música e o publico. Esse é que é o grande desafio de uma bailarina, conseguir transmitir Arte superando o seu próprio corpo, transcendo o espaço e transparecendo a música. Mostrar Dança Oriental "pura e dura", sem fusões ou outras complicações!
Claro que não é para todos... infelizmente vejo muitas bailarinas, com grande potencial, mas escondidas atrás de um véu, por exemplo. Ou (isto é que me deixa mais abismada) fazem todo o tipo de fusões, artes circenses, tribalismos, movimentos impecávelmente executados, mas sem expressão ou sentimento nenhum. Parecem máquinas... Vê-se hoje em dia tanta coisa, mas Dança Oriental no seu estado mais puro... nem vê-lo!
Não me interpretem mal, acho muito interessante tudo o que se faz, eu própria sou fã do movimento modernista para onde a D.O. naturalmente evoluiu. Mas acreditem em mim, não vale a pena seguir por mil e um caminhos se não se sabe o caminho original, pois vão acabar por se perder.
O que vejo muito é uma falta de solidificação da base da Dança Oriental (e percebam, a base da D. O. não é só saber os movimentos mais básicos, há toda uma teoria a solidificar esses mesmos movimentos), e isso é o mais importante se querem ser bailarinas com consistência.

Por isso, deixei de me preocupar com adereços só para iludir ou escolher músicas que achasse que as pessoas iriam mais gostar. Planear estratégicamente tudo e depois, não poder fazer nada daquilo que tinha ensaiado, pois ou o espaço não o permite ou não era aquele publico que estava à espera.
Não! Primeiro que tudo, cada exibição é para mim própria com músicas árabes que me inspirem e se me apetecer uso um ou outro adereço, sempre na base do improviso, pois dançar é isso mesmo, sentir cada momento adaptando-me ao espaço e tipo de publico que é sempre uma surpresa!
Quem gostar gosta, quem não gostar... temos pena! Se querem ver circo, sabem onde ir. Agora se querem ver Dança Oriental, podem-me ver a mim e muitas outras colegas minhas que sabem daquilo que falo.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Cilclo de Workshops de Dança Oriental com Sara Naadirah

Outubro 2010 a Julho de 2011

Depois de sete anos a dançar e a leccionar dezenas de workshops, com as mais variadas matérias, um pouco por toda o país, decidi, pela primeira vez, criar um ciclo de workshops que compilasse os temas mais procurados e essenciais para uma excelente aprendizagem e real complemento de Dança Oriental.

Assim, com base na minha experiência como professora e bailarina profissional, idealizei:

10 workshops/10 Temas/1 Curso Intensivo

Durante dez meses, um sábado por mês, poderá de uma forma prática, objectiva, fácil e acessível financeiramente, frequentar o curso completo ou escolher as matéria que mais lhe convir e interessar.

IDEAL a todos, ESSÊNCIAl aos iniciantes, IMPERDÍVEL a quem deseja ensinar ou é profissional, FUNDAMENTAL a quem não se acomoda e quer levar mais longe os seus conhecimentos. FINALMENTE, se não tinha tempo para frequentar aulas semanais, tem aqui a sua oportunidade e aprender D. Oriental como sempre desejou!!!

INSCREVA-SE e ENRIQUEÇA A SUA DANÇA, LEVANDO-A A OUTRO NÍVEL!

Prometo, que de uma vez por todas, irá esclarecer aquelas dúvidas e desbloquear aqueles movimentos de modo a transformar a maneira como dança!!!!

Programa do curso: Sábados, das 10h30 às 13h00

Local: Dança Livre, escola de dança, Rua Marquês de Fronteira, nº76, Campolide, Lisboa

23 Outubro – Introdução/ O que realmente é Dança Oriental. aula prática de introdução ao curso e á D. Oriental, imperdível para quem está a iniciar ou para profissionais que estejam a iniciar a sua carreira como professores e bailarinos. Neste workshop vou abordar a postura, respiração e atitude a ter quando se dança, afim de poder aprendê-la com mais eficácia e dançá-la divinamente. Abordarei também os principais grupos de movimentos e ritmos existentes, que será complementado com uma aula teórica sobre a história da D. Oriental.

20 Novembro - Os Movimentos Circulares/Orgânicos. aula onde pode aprender/relembrar/interiorizar os movimentos de um dos grupos mais importantes em D. Oriental: os movimentos circulares e orgânicos. Com este workshop vai ter uma consciência tão grande deles que nunca mais irá esquecê-los!

11 Dezembro – Os Movimentos Rectos/Secos. aula onde pode aprender/relembrar/interiorizar os movimentos rectos e secos da D. Oriental, que fazem parte de outro grupo de movimentos mais importantes da dança. Compreender as suas dinâmicas e interpretá-los com música, adicionando deslocações será um dos objectivos deste workshop.

29 Janeiro – O Shimy. O movimento de excelência da D. Oriental. Aula onde irá, de uma vez por todas, compreendê-lo e executá-lo, bem como perceber as suas nuances e várias dinâmicas. Com esta aula vai ver o Shimy de outra forma…

26 Fevereiro – Postura/Braços/Mãos. aula somente dedicada ás partes do corpo que “parecem” serem o menos importante, mas que bem colocados transforma qualquer dança. Iremos reposicionar e realinhar a postura, dar atenção aos braços de modo a embelezar a sua dança, bem como trabalhar posição e movimentos de mãos afim de estas deixarem de ser “problema” quando dança.

26 Março – O Clássico / Véu /Asas de Ísis. workshop dedicado ao estilo clássico, onde será abordado as suas principais características e atitude a ter com esta vertente. Será também leccionado a técnica de Véu e Asas de Ísis, adereços essenciais para enriquecer a sua dança (se não os possuir, será emprestado para a aula).

16 Abril - O Folclore / Bastão / Melaya. workshop dedicado ao folclore egípcio com técnica de bastão e melaya, adereços enriquecedores desta particular vertente da D. Oriental. Também aqui irei abordar as suas principais características e postura a ter.

28 Maio – A Percussão. aula para re/descobrir os principais e mais importantes ritmos da música árabe. Saber como interpretá-los e dançá-los através de exercícios especialmente concebidos para o efeito. Prometo que nunca mais sentirá dificuldade em dançar uma música de percussão!

18 Junho – O Moderno Árabe. workshop onde será abordado os movimentos mais recentes, através de uma coreografia ao som da música pop árabe. Vai adorar e aprender algo novo e contemporâneo!!!

16 Julho – Conclusão/Técnicas de Palco. conclusão do curso com uma aula teórica/pratica sobre Técnicas de palco – Exibições Profissionais/ Exibições Pessoais. Através da minha experiência pessoal, confessarei todas as dicas para tornar a sua dança inesquecível em qualquer situação.

Investimento:

Todo o curso/10 workshops – 250

7 workshops / 7 temas - 200€

5 workshops / 5 Temas à escolha – 150

3 workshops / 3 Temas à escolha – 80

1 Workshop / 1 Tema à escolha – 35

Inscrição: para garantir a sua inscrição terá de fazer o pagamento de, no mínimo 50% ou o valor total da modalidade que se inscreve, por transferência bancária para o nib: 0007.0271.00150604809.65 (BES);

. após a transferência, terá de informar o seu nome, telemóvel , o valor que transferiu, quantos e quais os workshops se inscreve para o e-mail: saranaadirah@gmail.com ou 914258256;

. os restantes 50% em falta, serão pagos num dos workshops que se inscreveu, à professora (em dinheiro ou por transferência apresentando o respectivo talão);

. Exemplo: inscreve-se no curso todo (250), decide pagar metade (50% - 125), faz a transferência e de seguida informa para o e-mail ou telemóvel que transferiu 125 como inscrição nos 10 workshops. Os restantes 125 pagará num dos workshops, á sua escolha.

OBS: possibilidade de outras modalidades de pagamento faseado. Contacte Sara N. para combinar a melhor forma.