segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Introdução à D.Oriental . Workshop

Queres oferecer uma prenda diferente aquela amiga especial?
Aqui está a oportunidade: 
Workshop de Introdução à Dança Oriental no espaço Prema Yoga em Oeiras.
Dia 11 Janeiro das 15h ás 17h
Inscrições: mypremayoga@gmail.com



quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Expressão na Dança Oriental . Workshop

Durante duas horas, irei desvendar os mistérios técnicos e expressivos da ancestral Dança do Oriente. Através do meu método único e original de dançar e ensinar, irei estimular cada participante a mostrar a alma dançante que tem dentro de si.
Indicado para todas as idades e gêneros, basta trazer uma roupa confortável, um lenço para a anca e muita vontade de abrir horizontes.
Participe e surpreenda-se!!!


segunda-feira, 10 de novembro de 2014




Oh YEAH!... É bem verdade.
Não que finja ser forte. Eu sou. Todos somos. A vida assim o exige, exigiu-me desde que me lembre.
Ser artista/bailarina tem este lado de guerreira, de fortaleza a que habituamos os outros a ver-nos. Somos sim grandes lutadoras pelos sonhos que, os que nos rodeiam, acham loucura, puras ilusões. 
Mostro ser forte, emocionalmente inabalável mas... não consigo ser sempre, sou humana como todos.
Tenho sim inseguranças e medos como pessoa e bailarina só não deixo que eles comandam a minha vida. Não poderia ser de outra maneira afinal, sou uma artista, não vivo segundo a lógica e a razão.
Não sou complicada, sou complexa. Teimosa perante os desafios que, diariamente, se colocam no caminho que eu própria construo.
Mas isso não quer dizer que não me vá abaixo, que não chore e que, secretamente, desejasse ser e ter uma vida normal. Que não tenha sentimentos pessimistas e que não me abale com a falta de compaixão e consideração por quem me rodeia.
Certos pensamentos que passam pela minha cabeça às vezes assustam-me. Não é fácil ser a Sara Naadirah. E sou, grande parte do tempo sou só a Sara... frágil, carente e cansada de tanta luta quando a fé que depositam em mim é pouca.
Quando já ninguém acredita, quando já não encontro apoio em nada e em ninguém, quando já nada me inspira, só tenho uma solução: virar-me para dentro e encontrar na minha alma, a força que preciso para ter fé... em mim própria e na minha vida. 
Inspirar-me, Erguer-me, Apoiar-me, Lisongiar-me  tudo sozinha é dose... mas é o que é. Não é por acaso que a Dança Oriental é uma dança pessoal que tem este lado cruelmente solitário.
Acreditar em mim, na minha dança e na minha visão de vida  é que é o grande desafio... mais um para escrever na história da minha vida.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

A Minha Marca

Sempre quis, desde o primeiro momento que decidi aceitar o meu destino que é ser Bailarina - e, de Dança Oriental - marcar uma posição, definir uma imagem, autenticar a minha dança, criar uma assinatura que refletisse uma marca. A minha marca.
E, depois de 11 anos, creio que estou no caminho certo. Pelo menos o objectivo nunca foi tão claro.
Com muito orgulho, quando alguém ouve o meu nome, ou se interessa pela meu trabalho já sabe o que esperar:
Profissionalismo e Originalidade, com um toque de loucura mas SEMPRE dignificando a Mulher e a Sagrada Dança que faço.
Não sou conhecida por ser especialmente simpática. Não sou popular, comercial. Não vivo para agradar os outros. Vivo para me agradar acima de tudo. Egocêntrica? Não... fiel a mim própria. Esta é a maior dádiva que a Dança Oriental me despertou e me lembra todos os dias. Permitiu-me conhecer e aceitar-me profundamente.
A minha marca:
Dizer (e escrever algo que cada vez gosto mais) e Dançar a minha verdade tal como a sinto e testemunho com todos os meus sentidos, sem falsas moralidades, sem ser politicamente correcta, sem negociações.
Se é difícil ser assim? Claro que é! Mentir-me seria o caminho mais obvio, fácil, socialmente aceite. Mas, nunca foi assim e cheira-me que nunca será. 
A tua marca, qual é?