Avançar para o conteúdo principal

Tertúlia/Convívio no estúdio Mahtab

E porque a Dança Oriental não se faz só com profissionais, aqui fica uma sugestão para uma tarde bem passada: 


Muitas vezes esquecemo-nos (nós professores e bailarinos) que os nossos maiores "fans" e apoiantes são os nossos alunos. A eles devemos respeito e também admiração pela coragem que têm em querer aprender esta dança que de fácil não tem nada.
Esquecemo-nos também que muita da dança que se pratica são por eles mesmos. E são eles, que fazem a grande divulgação para um público que, à partida, não está sensibilizado para a Dança do Oriente.
Sempre que posso, gosto de estimular os meus alunos a sair dos seus casulos, mostrarem o que sabem e sentem. Este desafio que lhes lancei é exatamente isso: pô-los a falar e, principalmente, a dançar explicando-lhes a responsabilidade que têm nas mãos sempre que dançam e sempre que espalham o conceito complexo deste universo.
A dança também é feita por milhares de amadores em todo o mundo... e curiosamente, encontro talentos que me agradam muito mais que alguns supostos profissionais. Eu gosto de apoiar e dar valor a estas perolas espalhadas pelo planeta e Portugal não é exceção, como vulgarmente se pensa. 
As minhas alunas são-me pérolas que - embora não tenham consciência disso - dou-lhes um valor incalculável. Serão algumas delas que irão brindar-nos com as suas danças nesta tarde e serão elas, o pretexto ideal para convivermos (professores, alunos e amigos) numa tarde descontraída e informal. Uma celebração da dança, da Dança Oriental.
APAREÇA!!!!

Comentários

  1. Muito bem, Sara, estarei convosco com a minha dança. Embora longe nunca me esqueçerei de ti! Um beijo enorme da tua, mar

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

E assim Nasceu... uma MÃE.

Ela dorme profundamente. Está silencio e, só agora, passado oito meses desde o nascimento da minha filha é que consigo - FINALMENTE - sentar-me com calma ao computador e retomar o blog. Não escrevo desde Junho. Não consegui. Disse que o voltaria a fazer em Novembro passado... antes de ela nascer disse tanta coisa... pensei tanta coisa... e já se passou tanta coisa. Precisei de tempo. Tempo para criar alguma distancia e assim ter capacidade de raciocínio e destreza emocional para este post. É um texto que me é difícil, mas que me exigi escrevê-lo. Escrevo-o para mim, para recordar, arrumar pensamentos, acalmar sentimentos e para pôr em palavras como foi e como é esta minha nova vivência. Ao partilhá-lo espero que chegue ao coração de muitos e à alma de de quem é mãe. Eu demorei 36 anos a querer ter um filho. Nunca entendi o tal "relógio biológico a dar horas"(aliás, ainda hoje não percebo o que isso é) e desejo de engravidar. Muito pelo contrario! Fugia "a sete p...

O Primeiro Festival em Portugal...

Finalmente conseguiu-se realizar, graças á coragem de alguns, o 1º Festival Internacional de Dança Oriental em Portugal. O nosso país já merecia algo assim, e devo confessar que achei fantástica a iniciativa do qual me propus desde o inicio em colaborar. Realizar um projecto destes em Portugal não é difícil, é dificílimo!!! A ajuda por parte de entidades que podem disponibilizar espaços e condições técnicas não colabora em nada e se puderem ainda atrapalham. Só o facto de convidar "estrelas" internacionais a vir cá dar show e workshops é de uma responsabilidade e de um encargo financeiro enorme. Se corresse mal, o nosso país e as organizadoras ficariam com o nome manchado... dá para imaginar... Por isso é de louvar o trabalho que a Filipa e a Cris desenvolveram e acho que foi importantíssimo ter havido este primeiro festival, semelhante ao que acontece internacionalmente, os amantes da Dança Oriental em Portugal precisam de alargar os seus horizontes e ver os diferentes estil...

Mais um ano a ensinar...

Ser bailarina não é só dançar, é também passar os seus conhecimentos a alguém que tem o desejo de aprender. Desde que comecei a minha carreira como bailarina que comecei logo a ensinar, e durante estes últimos sete anos, passaram por mim centenas de alunas (e uns alunos), proporcionando-me uma contra-aprendizagem, que direi... no mínimo... interessante e complexa. Dar aulas é tão ou mais desafiante que ter de dançar publicamente. Conseguir transmitir esta Arte não é tarefa fácil mas é extremamente compensador! Para mim, ver uma aluna a "crescer" na dança, é como um pouco ver um filho crescendo... e é com orgulho que as vejo a "gatinhar", dar os "primeiros passos" e depressa começam a "correr"! Normalmente divido-as em duas categorias: as especiais e as de passagem. Estas categorias não têm a haver com o grau de aprendizagem, mas sim com a intensidade, dedicação e objectivo com que querem aprender. As "especiais" são aquelas que realme...